Gestão Econômico-Financeira

Nos dias 08,09 e 10 de outubro, o prof. da FDC, Sérgio Mota, esteve em São Luís ministrando o programa de sucesso que é parte das atividades permanentes de formação executiva da Fundação Dom Cabral, Gestão Econômico-Financeira.

Os executivos participantes, todos de níveis estratégicos ou táticos, retornaram para os seus ambientes decisoriais nas empresas nas quais atuam com um novo modelo mental e com repertórios diferenciados quanto ao uso das informações financeiras. Assim, as empresas Hospital de Referência Oftalmológica – HRO, Grupo Jardim da Paz, Escola Ana Nery, Memps Engenharia, Playcar, Cicred, Edesonsil, Alquimia produtos químicos, Gera Maranhão, Alves Silveira Empreendimentos, Ulisses Tapajós Consultores Associados e Habitax Empreendimentos, estarão melhor aparelhadas quanto às análises críticas tão essenciais para garantir a minimização dos riscos quanto à sobrevivência no modelo competitivo da atualidade.

Os conteúdos trabalhados, fizeram o link essencial entre a contabilidade e as finanças, dois pilares da organização que devem trabalhar de modo integrado, uma vez que as decisões mais assertivas sempre dependerão de respostas saídas da contabilidade e do Demonstrativo do Resultado do Exercício – DRE.

Um outro aspecto muito importante e que mereceu destaque durante o programa foi a compreensão da carga tributária e dos tipos de regimes contábeis – foi possível levar cada participante a perceber perdas financeiras pelo desconhecimento dos aspectos tributários e escolhas mal feitas quanto ao regime contábil.

Definir quando tomar decisão pelo regime de caixa ou de competência e qual regime tributário mais adequado não é uma decisão fácil. O empresário, de um modo geral, nem sempre conhece os ganhos ou perdas ao escolher atuar pelo lucro real ou lucro presumido, por exemplo.

Os exercícios feitos e as variáveis utilizadas foram essenciais para mostrar aos participantes  os resultados possíveis – de acordo coma decisão tomada pelo executivo, é possível levar a empresa a ter lucros ou prejuízos.

Para os participantes, muito do que foi visto passa despercebido, uma vez que nem sempre os estrategistas das organizações conhecem os efeitos financeiros das muitas decisões tomadas e não são poucas as vezes que se colocam na condição de meros pagantes de impostos, sem terem a real compreensão do que poderia ser feito para minimizá-los.

 

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