PEGN - Mercado Financeiro

Nos dias 06 e 07 de março, a professora Mônica Carvalho (FDC), esteve em São Luís ministrando a disciplina de Mercado Financeiro, consolidando assim mais uma etapa da pós graduação em gestão de negócios, realizada pelo INAED, associado da FDC para os estados do Maranhão e do Piauí.

Na oportunidade, foram discutidos elementos tais como: sistema financeiro, crises, cases de relevância para melhor compreensão, a exemplo da Islândia e dos Estados Unidos, além do ambiente competitivo instalado no Brasil. No que tange ao câmbio, os participantes tiveram como compreender o que pode ser feito para diminuir as ameaças das muitas oscilações do câmbio sobre os negócios. Hoje, temos um cenário mundial em que nossa economia interna sofre com os impactos dos acontecimentos externos. Por isso, podemos dizer que a oscilação cambial afeta a vida e a rotina das empresas como um todo. Entretanto, temos à nossa disposição instrumentos de proteção cambial, que minimizam os riscos de perdas financeiras. Vamos entender um pouco como funciona o Câmbio no Brasil e quais são esses instrumentos de proteção.

Sobre os cenários mundiais e as interações entre os movimentos de mercados e os impactos que afetam esse mundo globalizado, um tem muito discutido foi o papel das agências de rating. O rating pode ser traduzido, em português, como classificação de risco, nota de risco ou classificação de crédito. Esse método é responsável por avaliar o valor de crédito de empresas, bancos e países, e medir o seu risco. Ou seja, ele indica a capacidade de pagamento das dívidas. Por meio da nota atribuída por uma agência de classificação de risco, o investidor consegue saber o nível de risco dos títulos de dívida que quer adquirir. Essas notas também influenciam as decisões de investimento no mercado internacional, sendo fundamentais para que um país consiga atrair recursos estrangeiros.

Ainda sobre os movimentos internacionais e as crises de “caudas longas”, também vivenciadas no Brasil, durante a disciplina foram discutidas as variáveis que contribuem para que um País seja afetado de modo menos ou mais crítico. Nos casos estudados, a crise Irlandesa que se desenrolou a partir de 2008 demonstrou que tanto as agências de rating quanto o mercado, deram um tratamento menos agressivo, talvez pela pouca representatividade da Islândia para o mundo, de um modo geral. Já no caso dos Estados Unidos, por exemplo, após a crise de 2008 houve um endurecimento das regras de mercado, maior fiscalização e até mesmo aporte de capital público nas instituições bancárias, evitando assim a quebra das instituições.

As muitas discussões estabelecidas permitiram o enriquecimento dos participantes da pós nesse assunto que assume papel de destaque cada vez maior, seja para as organizações, seja para os indivíduos que ainda que não participem ativamente de atividades desenvolvidas a partir das operações do mercado financeiro, são afetados pelas movimentações do mercado mundial.

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